Curioso como algo absurdamente simples é capaz de dar uma nova dimensão às coisas. Algo como um nome, por exemplo.
A nossa filhinha passou a ser algo mais palpável e mais real, desde o dia em que descobrimos o sexo e começamos a chama-la de Júlia. Pode parecer esquisito, mas tanto eu como Kari tivemos a mesmíssima sensação (papais e mamães de outras viagens podem dizer se isso aconteceu nas suas gestações também).
Enfim, bastou chamarmos pelo nome para criarmos mais um vinculo com o nosso bebê. Hoje, sem dúvida, ela está mais próxima da gente.
E se o mistério está em ter ou não ter um nome, eu não sei. Mas, por via das duvidas, já comecei a chamar dinheiro de Abelardo.
Quem sabe assim ele também resolve se tornar mais presente.